2009 Ano Internacional da Astronomia.
História da astronomia, sistema solar, teoria do Big Bang, Planetas do sistema solar, astrônomos, Via Láctea e corpos celestes, quasares e pulsares, buraco negro, supernovas e telescópio Hubble.
DEPOIMENTO: Visita ao Planetário da UFGo
Prof. Cleber Calasans Pimentel
DIA 25/06/2009 19:00hs
Turno Noturno
Tema: SISTEMA SOLAR
A temática principal do segundo semestre do colégio Est. Prof. Wilmar G. da Silva será o ANO DA ASTRONOMIA (www.astronomia2009.org.br). A visito no planetário é o ponto inicial para construir as conexões entre as disciplinas.
É bom lembrar que o Ano Internacional da Astronomia em 2009 comemora os 4 séculos desde as primeiras observações telescópicas do céu feitas por Galileu Galilei. Esta será uma celebração global da Astronomia e suas contribuições para o conhecimento humano. Será dado forte ênfase à educação, ao envolvimento do público e ao engajamento dos jovens na ciência, através de atividades locais, nacionais e globais.
DEPOIMENTO: O ano internacional da Astronomia.
Realização do evento: 11/09/2009
Prof. Alessandro Lima Silva - Geografia
O trabalho realizado pelos professores de Geografia/História/Biologia teve como tema na feira de ciências “AS ESTAÇÕES DO ANO” em que a turma escolhida foi o 1ºano B, e a participação dos alunos foi fundamental para seu desenvolvimento educacional bem como esse evento valeu como parte da nota bimestral.
DEPOIMENTO: FOGUETE DE ÁGUA
Profa. Jacqueline Lucia F. Santos
Com os alunos do 3ºano B, navegaram no www.youtube.com.br para pesquisar: COMO FAZER UM FOGUETE, utilizando garrafa pet e água. Os alunos puderam copiar os materiais a serem utilizados, ver vídeos de um foguete feito com garrafa pet, ser montado e funcionando.
"... me abrace e me dê um beijo, faça um filho comigo, mais não me deixe na poltrona num dia de domingo..." (Rappa: Minha alma)
domingo, 18 de outubro de 2009
O papel do NTE Goiania.
Em sua nova versão, o Programa instituído pelo Decreto n. 6.300 de dezembro de 2007, intitula-se PROGRAMA NACIONAL DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL – PROINFO.
Postula a integração e articulação de três componentes:
1) a instalação de ambientes tecnológicos nas escolas
2) a disponibilização de conteúdos e recursos educacionais multimídia e digitais, soluções e sistemas de informação pela SEED/MEC
3) a formação continuada dos professores e outros agentes educacionais para o uso pedagógico das Tecnologias de informação Comunicação (TIC)
Na perspectiva dos objetivos gerais e específicos do ProInfo Integrado, o curso tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC visa a oferecer subsídis teóricos-metodológicos-práticos para que os professores e gestores escolares possam compreender o potencial pedagógicos de recrusos das TIC, planejar estratégias de ensino e aprendizagem integrando recursos e utilizar as TIC na prática escolar, promovendo situações de ensino que aprimorem a aprendizagem dos alunos.
Postula a integração e articulação de três componentes:
1) a instalação de ambientes tecnológicos nas escolas
2) a disponibilização de conteúdos e recursos educacionais multimídia e digitais, soluções e sistemas de informação pela SEED/MEC
3) a formação continuada dos professores e outros agentes educacionais para o uso pedagógico das Tecnologias de informação Comunicação (TIC)
Na perspectiva dos objetivos gerais e específicos do ProInfo Integrado, o curso tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC visa a oferecer subsídis teóricos-metodológicos-práticos para que os professores e gestores escolares possam compreender o potencial pedagógicos de recrusos das TIC, planejar estratégias de ensino e aprendizagem integrando recursos e utilizar as TIC na prática escolar, promovendo situações de ensino que aprimorem a aprendizagem dos alunos.
Reflexão
À cada etapa da construção do BLOG, distanciava minha intimidade; perguntas surgiram: Cadê meu passado? Cadê meu Papel e caneta? Cadê meu momento?
Bem sei que um homem não pode viver de recordações, lembranças, sonhos, mas da realidade vigente, cruel e sádica.
Tenho as cartas, os poemas e frases de um momento mágico, único – e quem sabe, até lúdico –, percebo então o “eu” como um menino correndo atrás sabe-se lá o que.
Minha obra prima é uma carta de amor.
Há!!!! Uma carta de amor é um papel que liga duas solidões. A mulher está só. Se há outras pessoas, ela as deixou. Bem pode ser que as coisas que estão nela escritas não sejam nenhum segredo, que possam ser contadas a todos. Mas, para que a carta seja de amor, ela tem de ser lida em solidão. Como se o amante estivesse dizendo: “Escrevo para que você fique sozinha...” É este ato de leitura solitária que estabelece a cumplicidade. Pois foi da solidão que a carta nasceu. A carta de amor é o objeto que o amante faz para tornar suportável a sua saudade.
Leio e releio as recomendações de ser blogueiro; e logo penso no poema de Álvaro de Campos. Oscilo. Não sei se devo acreditar ou duvidar. Pois foi ele mesmo quem disse – ou melhor, o seu outro, o Fernando Pessoa – que ele era um “FINGIDOR”.
Vida exposta, aberta, dilacerada, esse é meu significado do Blog.
Confesso a tentação pelos recursos de mídia; até porque são vários os seguidores dessas tendências virtuais. E são nesses seguidores que me remetem de vez em quando o diabo; que me aparece e temos longas conversas. Em nada se parece com o que dizem dele: rabo, chifres, patas de bode e cheiro de enxofre. Cavalheiro de voz mansa e racional, bem vestido, apreciador de bons vinhos, me surpreende sempre pela lógica dos seus argumentos. Nada de futilidades. Só fala sobre o essencial, estilo que aprendeu com Deus, nos anos em que foi seu discípulo. Percebi que era ele quando notei que trazia na sua mão direita o martelo e, na esquerda, a bigorna. Pois esta é a sua missão: martelar as certezas, ferro contra ferro, para ver se sobrevivem ao teste.
Já se preparava para dar a primeira martelada quando o interrompi:
– Que é isto que você vai bater? Acho que vai se partir em mil pedaços...
A coisa que estava sobre a bigorna me parecia feita de louça, um bibelô delicado e frágil, e lamentei que o diabo fosse esmigalhá-la.
– Não tenho outra alternativa – ele me respondeu.
– É parte de uma aposta que fiz com Deus. Os homens devem ser testados cotidianamente, para adquiri pulso ou não.
Eu me persignei três vezes e compreendi que o inferno está mais perto do que eu pensava.
Bem sei que um homem não pode viver de recordações, lembranças, sonhos, mas da realidade vigente, cruel e sádica.
Tenho as cartas, os poemas e frases de um momento mágico, único – e quem sabe, até lúdico –, percebo então o “eu” como um menino correndo atrás sabe-se lá o que.
Minha obra prima é uma carta de amor.
Há!!!! Uma carta de amor é um papel que liga duas solidões. A mulher está só. Se há outras pessoas, ela as deixou. Bem pode ser que as coisas que estão nela escritas não sejam nenhum segredo, que possam ser contadas a todos. Mas, para que a carta seja de amor, ela tem de ser lida em solidão. Como se o amante estivesse dizendo: “Escrevo para que você fique sozinha...” É este ato de leitura solitária que estabelece a cumplicidade. Pois foi da solidão que a carta nasceu. A carta de amor é o objeto que o amante faz para tornar suportável a sua saudade.
Leio e releio as recomendações de ser blogueiro; e logo penso no poema de Álvaro de Campos. Oscilo. Não sei se devo acreditar ou duvidar. Pois foi ele mesmo quem disse – ou melhor, o seu outro, o Fernando Pessoa – que ele era um “FINGIDOR”.
Vida exposta, aberta, dilacerada, esse é meu significado do Blog.
Confesso a tentação pelos recursos de mídia; até porque são vários os seguidores dessas tendências virtuais. E são nesses seguidores que me remetem de vez em quando o diabo; que me aparece e temos longas conversas. Em nada se parece com o que dizem dele: rabo, chifres, patas de bode e cheiro de enxofre. Cavalheiro de voz mansa e racional, bem vestido, apreciador de bons vinhos, me surpreende sempre pela lógica dos seus argumentos. Nada de futilidades. Só fala sobre o essencial, estilo que aprendeu com Deus, nos anos em que foi seu discípulo. Percebi que era ele quando notei que trazia na sua mão direita o martelo e, na esquerda, a bigorna. Pois esta é a sua missão: martelar as certezas, ferro contra ferro, para ver se sobrevivem ao teste.
Já se preparava para dar a primeira martelada quando o interrompi:
– Que é isto que você vai bater? Acho que vai se partir em mil pedaços...
A coisa que estava sobre a bigorna me parecia feita de louça, um bibelô delicado e frágil, e lamentei que o diabo fosse esmigalhá-la.
– Não tenho outra alternativa – ele me respondeu.
– É parte de uma aposta que fiz com Deus. Os homens devem ser testados cotidianamente, para adquiri pulso ou não.
Eu me persignei três vezes e compreendi que o inferno está mais perto do que eu pensava.
Ciclicos
“O que foi, é o que há de ser; e
o que se fez, isso se tornará a
fazer: nada há, pois, novo debaixo
do sol... (Eclesiastes 1.9)
Eis o momento! Começando nesta
porta, um longo e eterno caminho
mergulha no passado: atrás de
nós está uma eternidade! Não será
verdade que todos os que podem
andar têm de já ter percorrido
este caminho? (F. Nietzsche)
... e o fim de nossa viagem será
chegar ao lugar de onde partimos.
E conhecê-lo então pela primeira
vez. (T.S. Eliot)
o que se fez, isso se tornará a
fazer: nada há, pois, novo debaixo
do sol... (Eclesiastes 1.9)
Eis o momento! Começando nesta
porta, um longo e eterno caminho
mergulha no passado: atrás de
nós está uma eternidade! Não será
verdade que todos os que podem
andar têm de já ter percorrido
este caminho? (F. Nietzsche)
... e o fim de nossa viagem será
chegar ao lugar de onde partimos.
E conhecê-lo então pela primeira
vez. (T.S. Eliot)
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